BOAS FESTAS JUNINAS

 

A Diretoria da Aduferpe deseja saúde e paz para professoras e professores aproveitarem bem os festejos juninos.

Esclarecemos que a Aduferpe não promoverá comemorações neste mês já que não foi possível encontrar data apropriada. Também, na última assembleia (7 de junho), não houve inscritos para a formação da comissão organizadora do evento, conforme encaminhado pela mesa.

Entendemos que a baixa adesão da categoria se deve à dificuldade de compatibilizar eventos festivos com o Calendário Acadêmico, alterado tanto pelas recentes suspensões de atividades, quanto pela realização da Copa do Mundo.

Além disso, parte da Diretoria e observadores da base estarão participando do 63º Conad, em Fortaleza, entre os dias 28 de junho e 1º de julho, o que resulta em gastos elevados para nossa seção sindical. Capricharemos na comemoração do Dia dos/as Professores/as!

Mas, mesmo sem a Festa de São João, é com a alegria do forró e a energia do milho que a Aduferpe se junta a todos as/os colegas para celebrar seu compromisso de luta por nenhum direito a menos e pela democracia.

Bom São João! Feliz Dia de São Pedro!

 

 

Posted On 21 jun 2018

DOCENTE, FAÇA VALER SEU DIREITO! GARANTA AS PROGRESSÕES E PROMOÇÕES FUNCIONAIS.

Em defesa dos direitos dos/as docentes, no que diz respeito à garantia das progressões e promoções funcionais previstas na lei 12.772/12, a direção da Aduferpe está realizando várias mobilizações para esclarecer os/as colegas professores/as da UFRPE sobre a mudança do interstício e do efeito financeiro na progressão, promovidos sem respaldo legal pela administração da universidade.

Além de faixas e cartazes espalhados por departamentos, unidades acadêmicas e mobilização pelas redes sociais, a direção da Aduferpe está tentando dialogar com a reitora da UFRPE, Professora Maria José de Sena.

 Os/as docentes sindicalizados estão sendo orientados à procurar o plantão jurídico da Aduferpe, nas terças-feiras, das 14h às 17h, na sede da entidade.

 

Confira a nota abaixo da direção da Aduferpe.

A Reitoria está exercendo sua autonomia ou terceirizando a gestão da universidade?

 

Em assembleia realizada no dia 07 de junho foi apresentado informe jurídico sobre as progressões e promoções funcionais de docentes da UFRPE, no qual a advogada da Aduferpe esclareceu que as ações da universidade têm ferido a Lei 12.772/2012 e que todas as ações na justiça encaminhadas pela assessoria jurídica do sindicato tiveram decisões favoráveis para os(as) trabalhadores(as). Deliberamos na assembleia solicitar audiência com a Reitora, Prof.ª Maria José de Sena, o que foi realizado na manhã do dia seguinte. Na mesma data a Magnífica Reitora respondeu ao ofício com o seguinte teor “Independente de análises por este Conselho, o referido tema será abordado pela competência jurídica da UFRPE na pessoa do seu Procurador Federal juntamente como corpo jurídico da ADUFERPE, em reunião solicitada por V.Sa. no Ofício nº 018/2018, que será agendada tão logo o Procurador da UFRPE, Dr. Gustavo Ramos Carneiro Leão, retorne do seu período de férias”.

Avaliamos que a postura da reitoria em não atender ao pleito do sindicato, repassando sua responsabilidade de gestão para a Procuradoria Jurídica da Universidade é um erro administrativo e político, visto que as interpretações e decisões acerca da aplicação da Lei 12.722/2012 que rege a carreira docente e de outros documentos infralegais é, em última instância, da gestão da universidade, em que pese a orientação da Procuradoria Jurídica. A maioria das Universidades Federais não tem modificado o interstício dos(as) docentes.

A categoria não pode nem quer esperar. Não é a primeira vez que nos dirigimos à gestão e a mesma transfere sua responsabilidade à Procuradoria Jurídica, prejudicando o livre diálogo e encobrindo decisões político-administrativas sob o manto do impedimento “legal”. Assim ocorreu no caso do calendário acadêmico, com o “despejo” das copiadoras e, agora, com a questão das progressões. Infelizmente, a UFRPE vem abrindo mão de exercer sua autonomia constitucional para ser subserviente aos interesses de agentes e forças estranhas à instituição.

Dessa forma, insistimos que sejamos atendidos imediatamente pela reitoria dessa universidade para que possamos dialogar sobre a situação das progressões e promoções que interfere diretamente na vida dos(as) docentes da UFRPE. Estamos cumprindo nosso papel de representação sindical e exigimos que a gestão assuma o seu.

Recife, 19 de junho de 2018

A Diretoria

Posted On 19 jun 2018

A Aduferpe não assumiu posição política de apoio às chapas em disputa no Codai.

Fotos de integrantes da Chapa 2 com membros da diretoria da Aduferpe, veiculadas nas redes sociais, apenas registram nossa visita àquela unidade de ensino visando dinamizar ações sindicais, entre elas, a filiação de professores, conforme registrado na fotografia.

A Diretoria

Posted On 19 jun 2018

ADUFERPE ALTERA EXPEDIENTE EM DIAS DE JOGO DO BRASIL NA COPA

A Diretoria da Aduferpe informa que terá seu expediente reduzido nos dias de jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo. Quando os jogos ocorrerem pela manhã, o expediente terá início às 14 horas, e quando à tarde, o mesmo se encerrará às 13 horas.

Saudações sindicais!

Posted On 19 jun 2018

Políticas de desenvolvimento rural são aniquiladas com o Golpe de 2016

O 6º Encontro do Curso o Golpe de 2016 e o Futuro da Democracia do Brasil abordou o tema Políticas Públicas e Desenvolvimento Rural no Pós-Golpe de 2016, com palestra do professor do Departamento de Ciências Sociais da UFRPE, Tarcísio Augusto. Segundo ele, o desenvolvimento agrário e as políticas para a agricultura familiar no Brasil foram as áreas mais atingidas pelas ações do governo ilegítimo de Temer.

A aula começou com uma retrospectiva do processo de desenvolvimento rural brasileiro. O professor Tarcísio trouxe um dado importante para reflexão dos alunos sobre a importância de investimentos no desenvolvimento rural: ‘Oitenta por cento das pessoas que passam fome no mundo moram na zona rural’. ‘As comunidades rurais pobres têm sido historicamente desamparadas de políticas públicas. As muitas iniciativas que propõem uma ação mais efetiva do Estado foram conquistadas com muita luta e conflitos’, observa Tarcísio Augusto.

“As políticas públicas na última década orientaram-se por uma abordagem dualista, representando investimento destinado para agricultura familiar (MDA) e para o agronegócio (MAPA)”, esclarece o palestrante. Ele ressalta que mesmo com essa dualidade foi possível verificar avanços e a construção de políticas públicas específicas à população rural – povos da florestas, quilombolas, mulheres rurais, pescadores, pequenos agricultores, indígenas e para agroecologia.

Sobre os impactos do pós-golpe no desenvolvimento sustentável brasileiro, o professor Tarcísio chamou a atenção para o desmonte de políticas públicas sociais, com a extinção do MDA, a paralisação do programa de aquisição de alimentos, o cancelamento do edital de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) e o esvaziamento das atribuições do Incra.

‘O golpe de 2016 se revelou como um ataque a uma estratégia que colocava essas populações na pauta das políticas públicas no país e representava uma base solidária ao governo popular. Destruir o MDA representou, acima de tudo, atingir e desarticular os movimentos sociais, retirando-lhes direitos sociais e garantias que estariam sendo assistidas por meio dos programas e ações que vinham sendo desenvolvidas”, criticou.

Para o palestrante, as populações rurais foram duramente atingidas pelo golpe, pois, além da usurpação das políticas específicas, elas sofrem com outros ataques, como a tentativa de Reforma da Previdência, a aprovação da Reforma Trabalhista e PEC dos 20 anos, que retirou investimentos essenciais aos avanços sociais.

 

Posted On 19 jun 2018

Aduferpe leva Plantão Administrativo para Codai e se reúne com professores do Departamento de Pesca e Aquicultura

As professoras e os professores da UFRPE agora podem contar com o Plantão Administrativo e a Diretoria Itinerante da Aduferpe, para tirar suas dúvidas e realizar encaminhamentos acerca de questões nas áreas jurídica e administrativa. Podem, ainda, ficar por dentro das iniciativas desenvolvidas pelo Sindicato, como Campanhas de Sindicalização, ações de mobilização, além de outras atividades.

Nesta quinta-feira (14) foi inaugurado o Plantão Administrativo no Codai, em São Lourenço da Mata, atendendo a demanda de representante da unidade no Conselho da Aduferpe.  Diretores também visitaram o Departamento de Pesca e Aquicultura, prestando esclarecimentos aos/as docentes. Nos dois locais foram feitas distribuição de kits da Campanha de Sindicalização e novas filiações.

A professora Maria do Carmo Soares, Conselheira do Departamento de Pesca e Aquicultura, defendeu o papel Sindicato e sua importância na luta pelos direitos e conquistas dos/as professores/as, incentivando novas filiações. ‘Não basta só se filiar, é necessário conhecer e participar da vida do Sindicato’, ressaltou Maria do Carmo.

A presidenta da Aduferpe, Erika Suruagy, destacou que a iniciativa teve boa aceitação da categoria. ‘Precisamos de maior participação dos/as docentes na vida do Sindicato. É um momento importante para dialogar e conhecer melhor as demandas específicas da categoria’, observou. Nos próximos dias, a Diretoria Itinerante  estará visitando outros departamentos e unidades acadêmicas da UFRPE.

 

Posted On 15 jun 2018

Golpes de 64 e 2016: os mesmos interesses e bandeiras aprofundando o retrocesso

Conjuntura Política e Econômica no Contexto dos Golpes de 1964 e 2016 foi o tema da quarta aula do curso O Golpe de 2016 e o Futuro da Democracia no Brasil, com o professor do Departamento de História da UFRPE, Gustavo Acioli, e os seus convidados: a professora Ana Monteiro, do Departamento de História da UFPE, e o professor João Policarpo Rodrigues, do Departamento de Economia da UFPE.

Os debatedores traçaram um paralelo de fatos comuns que motivaram os dois golpes, como a bandeira da corrupção desenfreada, o cenário de crises e ‘badernas’ e o apoio da grande mídia, do capital financeiro, dos interesses internacionais, da classe média e de setores conservadores da igreja.

Os professores destacaram algumas políticas estratégicas dos governos Lula e Dilma que culminaram com o golpe. Entre as principais, a mudança na política de partilha do pré-sal, o programa Bolsa Família, a política de aumento do salário mínimo, o fortalecimento de grandes empresas locais de construção civil, além da ampliação de investimentos em programas de saúde e educação para facilitar o acesso da população de renda mais baixa.

A professora Ana Monteiro afirmou que não tem como não ser pessimista no contexto do neoliberalismo. “As mudanças no orçamento público têm que ser estruturais e não conjunturais. A PEC dos gastos públicos é o principal fator para o não crescimento do país. Além do mais, exigências constitucionais passaram a não ter valor. Isso é retrocesso de conquistas”, enfatizou.

O professor Policarpo ressaltou que uma das medidas mais importantes dos governos Lula e Dilma foi a geração de renda regional, que se deu de várias formas, como a redistribuição da política de petróleo e gás, que fez com que grandes projetos de engenharia e energia fossem articulados dentro do contexto local. ‘Manter empresas estatais em setores estratégicos é fundamental para o nosso desenvolvimento’, frisou.

Segundo ele, a ‘demonização’ do Estado e o ‘endeusamento’ do mercado vão marcar esses tempos difíceis que o país atravessa, com retrocessos como a Reforma Trabalhista e a mudança na política do petróleo. Policarpo alertou que uma intervenção militar é algo que não pode ser descartado. E chamou a atenção dos participantes da aula para os ‘golpes dentro de golpes’, se for aprovado no Congresso o regime parlamentarista.

Sobre a intensificação dos ataques à democracia, ele respondeu que muita gente ainda não acordou para essa questão. ‘A democracia aparente faz parte do neoliberalismo, ela não pode ser efetiva’, observou.

O quinto encontro do curso O Golpe de 2016 e o Futuro da Democracia no Brasil acontecerá nesta quinta-feira (14), a partir das 14h, no auditório da Aduferpe, com palestra do professor da UFRPE, Eduardo Jorge, sobre o tema O Golpe de 2016 e a Destruição dos Direitos – o ataque à CLT.

Mais informações: http://cursogolpe2016ufrpe.blogspot.com.br/

    

Posted On 12 jun 2018

Assembleia da Aduferpe discute progressões, conjuntura do país e participação no CONAD

A direção da Aduferpe realizou nesta quinta-feira (7) a 366ª Assembleia Geral Extraordinária, que também aconteceu na UAG. Entre os principais pontos de pauta: informes jurídicos sobre a questão das progressões funcionais, análise de conjuntura, escolha do/a delegado/a e dos/as observadores/as do 63º CONAD e outros encaminhamentos.

A advogada da Aduferpe, Graziele Crespan, fez vários esclarecimentos sobre os problemas das progressões e promoções dos/as docentes, relativos à mudança de período de interstício, que têm causado sérios prejuízos financeiros. Na ocasião foi deliberada a formação de uma comissão para tratar do assunto, com a participação da Assessoria Jurídica do Sindicato, junto à Reitoria da UFRPE.

A primeira ação neste sentido aconteceu já nesta amanhã (8), quando professores/as e membros da diretoria da Aduferpe protocolaram ofício solicitando uma audiência com a reitora, Maria José de Sena, para tratar do assunto, que é de interesse de toda categoria. Segundo Graziele Crespan, há equívocos por parte da UFRPE na interpretação da Lei 12.772/12, o que têm acarretado sérios prejuízos financeiros aos docentes.

Ela destaca que todas as ações individuais julgadas foram consideradas procedentes. A postura da Universidade vai de encontro à Lei. “Os/as professores/as precisam entrar com processos individuais”, observa a advogada. Para os/as docentes sindicalizados, é importante lembrar que a Aduferpe mantém um plantão jurídico na sede da entidade todas as terças-feiras, nos períodos da manhã e tarde. A assembleia ainda deliberou a elaboração de uma campanha, com várias peças de comunicação, para informar os/as professores/as sobre os seus direitos  com relação à progressão e promoções.

Após a discussão sobre as progressões, a presidenta da Aduferpe, Erika Suruagy, fez uma análise da conjuntura brasileira, destacando os últimos acontecimentos que impactaram toda sociedade, como as greves dos caminhoneiros e petroleiros. Ela também destacou o dia de mobilização dos docentes na UFRPE, conforme determinação do ANDES/SN, que aconteceu em 23 de maio, com panfletagens em todos os departamentos.

Os docentes se manifestaram sobre a preocupante conjuntura que atravessa o país, o estado de exceção e os ataques à soberania nacional. A ilegalidade da prisão do ex-presidente Lula foi um ponto marcante nas discussões, assim como as próximas eleições.

A escolha do delegado e dos observadores do 63º CONAD foi discutida democraticamente por meio de votação. A presidenta da Aduferpe será a delegada e mais quatro professores/as participarão como observadores/as. Ainda ficou decidido que nas próximas assembleias haverá o Espaço de Convivência Infantil, atendendo a uma deliberação do último congresso do ANDES. A professora Laurileide lembrou que o Departamento de Ciências Domésticas pode contribuir bastante neste sentido.

Em anexo, por meio de mala-direta, segue o PDF com orientações detalhadas da Assessoria Jurídica da Aduferpe sobre a questão da progressão. O documento também está na página da Aduferpe www.aduferpe.org.br

 

Prezados/as Sindicalizados/as mantenham seus endereços atualizados para melhor comunicação ficar bem informado sobre as deliberações e ações da Aduferpe. Mais informações: 3442.1139 Email: secretaria@aduferpe.org.br

Posted On 11 jun 2018