Eleição do ANDES-SN para o próximo biênio terá duas chapas

A inscrição de duas chapas para participar do processo eleitoral da nova diretoria do ANDES-SN, para gestão do biênio 2018/2020, foi confirmada no início da noite de sábado (27), no 37º Congresso do Sindicato Nacional. Após as inscrições feitas, as chapas foram apresentadas na plenária do tema 4, sobre questões organizativas e financeiras e defenderam as suas posições.

A chapa 1 “ANDES Autônomo e de Luta”, a primeira a se inscrever na Secretaria do Congresso, tem como candidatos a presidente, Antônio Gonçalves Filho, Apruma Seção Sindical; a secretária-geral, Eblin Farage, Aduff SSind. e atual presidente do ANDES-SN; e a tesoureira, Raquel Dias Araújo, Sinduece SSind. “Este momento é bastante significativo para o nosso sindicato, porque fortalece a nossa democracia interna e a nossa chapa vem dentro de um contexto de muitas lutas e a forma que nos organizamos pela base e com autonomia caracterizam a nossa chapa”, disse Antônio.

Logo depois, a chapa 2 “Renova ANDES” apresentou inscrição. Celi Taffarel, da Ufba; Maria de Lourdes Nunes, Adufpi SSind.; e Everaldo Andrade, Adusp SSind., são os candidatos aos cargos de presidente, secretária-geral e tesoureiro, respectivamente. Por motivos problemas de saúde na família, Celi teve que se ausentar do Congresso e não pode participar, presencialmente, da inscrição. “A nossa chapa representa uma trajetória de construção da unidade de vários grupos e de docentes de várias universidades, que vem desenvolvendo um esforço para recuperar uma série de bandeiras que estava sendo esquecida pelas últimas gestões do ANDES-SN”, afirmou Everaldo Andrade.

As chapas terão até o dia 27 de fevereiro para apresentar os demais nomes que compõem a candidatura. A comissão eleitoral terá 7 dias corridos para homologar as inscrições.  As eleições devem ocorrer, por votação direta e secreta em todo o Brasil, nos dias 9 e 10 de maio de 2018.

Comissão Eleitoral
Durante a plenária do Tema 4, foi constituída também a comissão eleitoral que organizará o processo de escolha da próxima diretoria do Sindicato Nacional. Pela atual diretoria, foram indicados o secretário-geral, Alexandre Galvão (titular), Olgaíses Maués e Luis Acosta (suplentes). A plenária elegeu os demais membros: Paulo Rizzo (UFSC), Luciano Coutinho (UFRJ), Rubens Rodrigues (UFJF), José Carneiro (UFPA), Glaucia Russo (UERN) e Américo Kerr (USP).

Fonte: ANDES-SN

Posted On 29 jan 2018

Aduferpe– Seção sindical do Andes – SN Ao lado da organização dos trabalhadores.

Aduferpe – Seção sindical do Andes-SN, vem a público colocar-se na linha de frente, ombro a ombro, com as aspirações e ações concretas levadas a cabo pela classe trabalhadora, quais sejam, reconhecer e legitimar que no Brasil inteiro, nas praças, nas vigílias, nos atos de rua, que a classe está mobilizada pela defesa e aprofundamento do Estado democrático e de direito, para que seja garantido a um cidadão, ao um politico, exercer seu direito de se candidatar às eleições a presidente da república em seu país.

Não assumimos tal posição ingenuamente, muito menos com posturas sectárias, reconhecemos e criticamos veementemente equívocos cometidos, mas seguimos lutando e disputando para que tais equívocos sejam superados no desenvolvimento das lutas concretas do trabalhador, por dentro de seus organismos políticos, entre eles seus sindicatos, reconhecidos como pontos de apoio que unificam a unidade na luta contra os ataques aos trabalhadores.

Nesta conjuntura, parte dos meios de comunicação (mídia tradicional, conservadora) aliados e formuladores do golpe, batem diuturnamente na tecla da necessidade de reformas do Estado brasileiro, onde o “Estado Mínimo e a flexibilidade de direitos” são vendidos como canto de sereia, onde a Petrobras, Eletrobras, Embraer, a base de lançamento de satélites de Alcântara entre outras empresas nacionais, são postas a venda ou entregues de forma vil aos interesses dos abutres especuladores internacionais.

Os conluios construídos como desdobramentos do golpe de 2016, já resultaram em ataques a direitos e proteções históricas à classe trabalhadora, a começar pela famigerada EC 95, que congela gastos públicos por vinte anos, seus efeitos já estão batendo na vida de todos nós. A reforma trabalhista, a lei da terceirização irrestrita, o aprofundamento dos ataques à maioria dos servidores públicos, com a possibilidade concreta de congelamento de salários, ao ensino superior e aos cortes nos investimentos em ciência e tecnologia, entre outros, aprofundam o quadro de terra arrasada que restará ao povo brasileiro.

Já a possibilidade da condenação de Lula pelo TRF 4, se mostra como a pedra de toque para a implementação da contrarreforma da previdência que está para ser votada,baseada no falacioso discurso do rombo da previdência. O processo e julgamento de Lula não são jurídicos, são a expressão de uma perseguição politica antidemocrática, golpista, enfim!

Assim, reafirmamos o lugar e a opção de classe da Aduferpe – Seção sindical do Andes-SN, de seguir sintonizada com as aspirações históricas de sua base e da classe trabalhadora, qual seja, reconhecer nas contradições da realidade a necessidade de se fortalecer e lutar pela unidade dos trabalhadores, para garantir que as iniquidades imputadas ao cidadão Luiz Inácio Lula da Silva, não sejam em outros momentos imputadas a quaisquer trabalhadores brasileiros, e nos colocamos ao lado dos que afirmam o direito de Lula se candidatar: Eleição sem Lula é Fraude!

Neste sentido, na continuidade das ações de resistência, convidamos para o lançamento do comitê da Frente Brasil Popular / FBP – UFRPE pela Democracia e pelo direito de Lula se candidatar, no dia 01 de fevereiro de 2018, às 16h, na Aduferpe.

 

Fora Temer!

Eleição sem Lula é Fraude.

Nenhum direito e menos.

Posted On 24 jan 2018

No último dia 10 de janeiro de 2018 a diretoria da Aduferpe realiza visita a UAG

No último dia 10 de janeiro de 2018 a diretoria da Aduferpe realizou uma visita a Unidade Acadêmica de Garanhuns tendo como programação: atendimento aos professores e  as professoras, apresentação da nova diretoria, lançamento da campanha de filiação e confraternização.

Na ocasião foi possível, ainda, uma reunião com o diretor geral e acadêmico, professor Airon Aparecido Silva de Melo, para discutirmos o pedido de uma sala para atendimento dos(as) associados(as) da Aduferpe (plantão jurídico, entrega e recebimento de documentos, ponto de apoio logístico).

Os(as) professores(as) presentes no encontro puderam dialogar com a diretoria e apresentar sugestões e demandas da unidade. No momento a professora Érika Suaruagy apresentou algumas ações que a nova diretoria têm realizado, comunicando, inclusive, o canal de diálogo que foi aberto entre o sindicato e a Pró-reitoria de graduação a respeito do calendário acadêmico 2018/2019 que tende a comprometer, novamente, as férias dos(as) professores(as) da Universidade Federal Rural de Pernambuco.

Posted On 19 jan 2018

A Nova diretoria da ADUFERPE abre canal de diálogo com a Pró-reitoria de Graduação para discutir calendário acadêmico

Após ser demandada pela categoria, a diretoria da ADUFERPE encaminhou ofício solicitando reunião com a Pró-reitoria de graduação da UFRPE para discutir a última versão do calendário acadêmico 2018/2019 e foi recebida pela Pró-reitora professora Maria do Socorro de Lima Oliveira, no último dia 11 de janeiro de 2018.

Na reunião, a diretoria da ADUFERPE expressou sua preocupação com a última versão do calendário acadêmico da UFRPE 2018/2019, uma vez que o mesmo estende o período letivo 2018.2 até janeiro de 2019. Alertou-se para o longo recesso escolar (março/abril de 2018) que poderia, em princípio, ser encurtado com o objetivo de não comprometer as férias de janeiro de 2019.

A Pró-reitora comprometeu-se a reavaliar o calendário junto a Reitoria e a Procuradoria Jurídica. A ADUFERPE, em breve, divulgará o resultado dessa negociação aos(as) associados(as).

Fonte: ADUFERPE

Posted On 19 jan 2018

NOTA DE REPÚDIO À PRESENÇA DO MINISTRO GOLPISTA NA UFRPE

ADUFERPE – GESTÃO RENOVA ADUFERPE E DCE-UFRPE ODIJAS CARVALHO DE SOUZA – GESTÃO QUEM VEM COM TUDO NÃO CANSA

Queremos denunciar à comunidade universitária a recente vinda do ministro – golpista – Mendonça Filho à nossa Universidade Federal Rural de Pernambuco/UFRPE para inauguração de obras nas unidades acadêmicas (UAST, UAG e Sede), em 26 de dezembro de 2017.

 Gostaríamos de destacar alguns fatos:

  1. Mendonça Filho inaugura prédios na Rural em meio ao recesso natalino;
  1. não há conhecimento prévio dessa “visita” por parte das/os docentes e nem da grande maioria da comunidade acadêmica, inclusive em nenhuma unidade;
  1. esse mesmo expediente já foi utilizado na sua vinda à Sede da UFRPE no meio de um feriadão no mês de abril desse ano.

Tais fatos nos geram perplexidade e muita estranheza. De que foge o ministro Mendonça? Do julgamento popular no ambiente democrático? Do peso de ter protagonizado, como parceiro de Michel FORA TEMER após o golpe de 2016, uma série de ataques à democracia na Educação brasileira?

O que estamos denunciando aqui são os ataques ocorridos recentemente, como a modificação na composição do Conselho Nacional de Educação, privilegiando as entidades privadas em detrimento das universidades públicas, a desarticulação do Fórum Nacional de Educação, obstruindo um canal de diálogo e de escuta com a sociedade, os cortes orçamentários nas Universidades, a Deforma do Ensino médio que visa privilegiar setores do ensino privado, pelos quais o ministro é diretamente assessorado, além é claro de retirar e desarticular as principais áreas do saber que desenvolvem o senso crítico das/os nossas/os estudantes, ataques ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) etc. Tudo isso gera uma via direta para a privatização progressiva da educação pública brasileira.

São tempos difíceis para quem defende a educação como instrumento de empoderamento e libertação do nosso povo, nesse sentido é importante falar também sobre as articulações conservadoras que visam retirar Paulo Freire da cadeira de patrono da educação brasileira. E ainda avançar para refletirmos o estado policialesco que se instaura nas universidades de nosso país e fere de morte a autonomia dos nossos profissionais no que diz sentido ao tripé das universidades (ensino, pesquisa e extensão), como foi o caso do reitor vitimado em Santa Catarina (UFSC) e mais recentemente do procedimento de criação de um grande circo midiático pela forma coercitiva em que levaram o reitor da UFMG para prestar depoimentos à polícia. Em entrevista dada ao Diário de Pernambuco o ministro – golpista – diz, entre tantos absurdos, que: “Quem faz o dever de casa correto o dinheiro aparece e chega na ponta.”

Nesse contexto, questionamos igualmente à atual gestão da UFRPE, enquanto representantes eleitas/os desta comunidade, se tais posturas e submissão à agenda de um governo ilegítimo não seriam contraditórias para quem defende uma universidade pública, autônoma e democrática, como normalmente é declarado em discursos em momentos solenes, como aulas magnas e colações de grau.

Por todas essas razões, repudiamos tal acontecimento, pois o entendemos enquanto reprodução na UFRPE do obscurantismo que assola o país após o golpe e que se trata de uma afronta à democracia, à transparência pública e ao desejo da comunidade universitária, a qual não reconhece a legitimidade desse governo.

Se deseja nos visitar, então que se submeta às manifestações democráticas, legítimas, das entidades representativas, dos movimentos sociais e da comunidade acadêmica e circunvizinha! Tais manobras não impedirão a nossa manifestação!

Em terra de Paulo Freire

Mendonça Filho não se cria!

Fora Temer!!!

Xô Mendonça!!!

Firmes na luta.

Posted On 02 jan 2018

RECESSO DE FINAL DE ANO

A Diretoria da Aduferpe informa que, durante o recesso da UFRPE, o horário de funcionamento da Aduferpe sofrerá as seguintes alterações:

– Entre os dias 26 e 28 de dezembro de 2017, o funcionamento será em meio-expediente (de 8 às 12h);

– Em função das festividades de Natal e final de ano, a entidade não funcionará nos dias 29 de dezembro de 2017 e 1º de janeiro de 2018;

– Entre os dias 2 e 5 de janeiro de 2018, o funcionamento será em meio-expediente (de 8 às 12h).

Lembramos que a assessoria jurídica se encontra de recesso até 8 de janeiro.

Desejando um excelente 2018,

Atenciosamente,

A Diretoria

Posted On 22 dez 2017

37° Congresso do ANDES-SN

 

Data: 22 a 27 de janeiro de 2018
Local: Universidade do Estado da Bahia (Uneb)
Endereço:
 Rua Silveira Martins, 2555, Cabula. CEP: 41.150-000 – Salvador (BA)

Confira os materiais:

Caderno de textos
Cartaz

Card
Capa para facebook

Circulares:

Circ428/17 –  Artes para divulgação do 37º Congresso do ANDES-SN

Circ417/17 – Caderno de textos

Circ414/17 – Espaço de convivência

Circ398/17 – Complementação hospedagem

Circ393/17 – Local do evento e hospedagem

Circ366/17 – Planilha com número de delegados

Circ350/17 – Comissão Organizadora

Circ340/17 – Convocação

Fonte: ANDES-SN

Posted On 21 dez 2017

Contrarreforma Trabalhista: universidades privadas demitem docentes

Pouco depois da entrada em vigência da Contrarreforma Trabalhista (Lei 13467/17) já é possível ver as consequência da retirada de direitos trabalhistas no interior das universidades privadas brasileiras. Apenas no mês de dezembro, instituições como a Estácio de Sá, a Metodista e a Uniritter já anunciaram a demissão de parte de seu quadro docente e provavelmente a recontratação dos professores com menos direitos trabalhistas.

Somente a Estácio de Sá demitiu 1200 docentes de todo o país no início do mês. Houve grande rechaço à medida e protestos estudantis. Os sindicatos de docentes de universidades privadas das distintas cidades onde houve demissões foram à Justiça do Trabalho, buscando revertê-las.

Após uma série de decisões locais favoráveis aos trabalhadores, a juíza Tallita Massucci Toledo Foresti, da 21ª vara do trabalho do Rio de Janeiro, determinou na sexta (15) que as demissões que já ocorreram e as que seriam feitas nos próximos dias sejam suspensas por 30 dias. Em caso de descumprimento, a instituição será multada em R$400 por dia por trabalhador.

Entendida como uma demissão em massa realizada de forma arbitrária, a juíza argumenta que o período de suspensão permite ao Ministério Público do Trabalho (MPT) apurar se houve ou não discriminação nas demissões. De acordo com o MPT, há indícios de que os professores desligados sejam os mais velhos, com maiores salários e mais tempo de casa, que seriam substituídos por docentes mais jovens, por salários menores.

Outras instituições

A Universidade Metodista, que já atrasa o pagamento de salários e de 13º desde 2015, demitiu 50 professores. Os docentes afirmam que as demissões são uma retaliação a uma ação judicial coletiva, justamente para cobrar o pagamento dos salários em dia. Estudantes também realizaram manifestações contra as demissões. A Faculdade Cásper Líbero demitiu 19 docentes.

No Rio Grande do Sul, a Uniritter demitiu mais de 100 docentes, os com maior remuneração e titulação. Houve protestos estudantis no campus de Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre.

Avaliação

Jacob Paiva, 1º secretário do ANDES-SN, critica as demissões. “Sempre denunciamos que os docentes do setor privado sofrem com piores condições de trabalho, com menores salários, com a falta de liberação para pós-graduação, com a falta de democracia e com a dificuldade de sindicalização. Infelizmente, com a contrarreforma Trabalhista, essas empresas da educação privada vão buscar diminuir os seus “custos”, demitindo professores com maior formação e mais tempo na carreira, para contratar docentes mais precarizados. E isso impacta diretamente na qualidade do ensino”, afirma.

Com informações de SinproABC, Carta Capital, EBC, Rádio Gaúcha e Folha de S. Paulo.

 

Fonte: ANDES-SN
Posted On 19 dez 2017