Aduferpe permanece sem expediente nesta sexta-feira, 01 de junho de 2018

A diretoria da Aduferpe informa que a entidade permanece sem expediente no dia 01/06, uma vez que ainda há dificuldades de mobilidade na RMR. A previsão é que voltemos ao expediente normal na próxima segunda-feira, 4 de junho. Alertamos a todos e todas que acompanhem nossa página, para eventuais informes conforme a evolução da situação.
Atenciosamente
A Direção

Posted On 31 maio 2018

NOTA DA DIRETORIA DA ADUFERPE EM APOIO À GREVE DOS PETROLEIROS

Após dez dias de paralisação dos caminhoneiros e de o povo brasileiro assistir a incompetência do governo golpista de Michel Temer em conduzir as negociações para a resolução da crise, movimentos de greve de trabalhadores estouram por todo o país, em especial dos petroleiros. A Federação Única dos Petroleiros (FUP) e seus sindicatos filiados convocaram a categoria para uma greve nacional de advertência de 72 horas, que teve início nesta quarta-feira, dia 30 de maio.

A greve dos trabalhadores do Sistema Petrobras vem trazer luz ao debate sobre os preços dos combustíveis e tem como pauta a redução do preço do gás de cozinha e dos combustíveis, contra a privatização da empresa e pela saída imediata de Pedro Parente. Essa greve, de advertência, consiste em mobilização para a construção de uma greve nacional por tempo indeterminado, já aprovada pela categoria, com eixos mais amplos incluindo a manutenção dos empregos, a retomada da produção das refinarias, o fim das importações de derivados de petróleo, contra as privatizações e o desmonte da Petrobras.

A greve vem reforçar o movimento em protesto contra a sequência absurda de reajustes nos preços dos combustíveis, intensificados de julho de 2017 para cá, mas seu papel mais importante é denunciar à população que isto é reflexo direto do maior desmonte da história da Petrobras, como um dos desdobramentos do golpe parlamentar-jurídico-midiático de 2016, que derrubou a Presidenta Dilma Roussef. O mesmo golpe que forjou a aprovação, no corrupto Congresso Nacional, da EC95, a contrarreforma trabalhista, a mudança no regime de exploração de petróleo no país e, entre muitas maldades, a política entreguista e privatista, que agora entrega o Pré-Sal e nossas riquezas ao capital internacional.

A Diretoria da ADUFERPE repudia com veemência o desgoverno do golpista Michel Temer e sua quadrilha, em particular a política neoliberal de Pedro Parente na presidência da Petrobras. Neste sentido, dá total apoio à greve iniciada dos petroleiros e às suas pautas, ao mesmo tempo em que convoca a toda a categoria de docentes da UFRPE a se mobilizarem em defesa de uma Petrobras 100% pública e estatal, pela soberania nacional, pela democracia, por Lula Livre, pela realização de eleições democráticas em 2018 e pela revogação de todos os retrocessos impostos pelos golpistas.

Contra o aumento dos preços dos combustíveis!

Fora Temer e Pedro Parente!

Pelo nosso petróleo e por uma Petrobras 100% pública e estatal!

Contra o uso da força militar na repressão aos grevistas!

Pela defesa da soberania nacional!

Pela Democracia e por eleições livres!

Pela libertação de Lula e pelo seu direito de ser candidato!

Posted On 30 maio 2018

NOTA DA DIRETORIA DA ADUFERPE SOBRE A PARALISAÇÃO DOS CAMINHONEIROS

Contra o aumento dos preços dos combustíveis, contra a intervenção militar e pela liberdade de organização e manifestação dos caminhoneiros por melhores condições de trabalho e vida digna.

Após dois anos do Golpe, o governo usurpador de Michel Temer levou o Brasil a uma crise econômica, política e institucional sem igual, com ameaças à soberania nacional, redução de salários, aumento do desemprego, da miséria, da fome e da carestia.

Nos últimos dias, a crise foi gravemente acentuada com a eclosão do movimento dos caminhoneiros, contrário aos irresponsáveis e sistemáticos aumentos no preço do óleo diesel, decorrente da lógica neoliberal e política entreguista do governo, com Pedro Parente (PSDB) à frente da Petrobras.

O desgoverno golpista, na sua tarefa mercadista de destruição e posterior venda a preço vil da Petrobras, primeiro alterou o modelo regulador da exploração do petróleo no Brasil e, agora, ao atrelar o preço da gasolina e do diesel à variação diária do preço internacional do barril de petróleo e do dólar, joga nas costas dos trabalhadores caminhoneiros e da maioria da população brasileira o ônus de uma escalada geral de aumento de preços, sem igual na nossa história recente.

O governo ilegítimo, pressionado pela grave crise de abastecimento, tenta finalizar a paralisação em reunião com supostos representantes do movimento, chegando a um acordo pífio. O acordo “firmado” como uma súplica de trégua, aponta para a redução por 30 dias em 10% no preço do diesel, prometendo periodicidade de 30 dias para reajustes do combustível nas refinarias. Como resultado, o movimento recrudesceu, não atendendo aos caminhoneiros, que não se viram representados em tal acerto. De lá para cá, assistimos a crise se agravar e o golpista Michel Temer, não bastando a incompetência em negociar, decretou o uso da força militar contra os caminhoneiros, alegando garantia da lei e da ordem (GLO).

É importante dizer que o acordo não só não atende às reivindicações dos caminhoneiros como não atinge o centro da questão, a política de preços na Petrobras, nem se estende a outros combustíveis essenciais como gasolina, etanol e gás de cozinha. Ainda por cima, a proposta acordada implica num ônus aos cofres públicos estimado em R$ 350 milhões/mês, que compensa a redução no preço do diesel, mantendo os já altos lucros dos acionistas. O que defendemos é que o governo mude a política de preços de combustíveis adotada depois do Golpe, a qual acompanha as cotações do petróleo e do dólar no mercado internacional, atendendo interesses únicos dos acionistas e de multinacionais interessadas na compra de plantas industriais da Petrobras e na concessão de exploração do nosso petróleo, com foco no pré-sal.

Não obstante a legitimidade das reivindicações, percebe-se grande heterogeneidade nos interesses congregados na paralisação, os quais envolvem três atores: o caminhoneiro autônomo, entidades que negociam em nome dos caminhoneiros e os empresários de transporte (locaute). Neste sentido, é necessário apoiar as justas demandas do movimento, no entanto é preciso cautela, evitando dar voz a oportunismos que sigam pela via da direita neoliberal ou mesmo extrema direita, com apelos à intervenção militar. É fundamental que o movimento seja orientado para a real defesa da classe trabalhadora e que se busque a conscientização dos trabalhadores vitimados a lutarem pela democracia e soberania nacional.

A Diretoria da Aduferpe coloca-se contra a política de destruição ou privatização da Petrobras bem como contra a escalada de aumentos dos combustíveis, reafirma sua posição pelo reestabelecimento da democracia em nosso país, para que possamos ter um governo legitimado pela vontade do povo nas urnas, capaz de reverter todos os ataques desferidos pelos golpistas contra os direitos da classe trabalhadora.

Contra o aumento dos preços dos combustíveis!

Fora Pedro Parente!

Pelo nosso petróleo e por uma Petrobras 100% pública e estatal!

Contra o uso da força militar!

Pela defesa da soberania nacional!

Por eleições democráticas!

 

Atenciosamente,

A Diretoria

 

 

Posted On 27 maio 2018

Aduferpe excepcionalmente sem expediente no dia 24 de maio de 2018

A diretoria da Aduferpe informa que, em função da continuidade dos problemas de mobilidade urbana na Região Metropolitana do Recife, não haverá expediente no dia 24/05, turnos da tarde e noite, na Sede da Aduferpe. Alertamos a todos e todas que acompanhem nossa página, para eventuais informes conforme a evolução da situação.

Atenciosamente,

A Diretoria

Posted On 24 maio 2018

A geopolítica do petróleo é decisiva na consumação do golpe de 2016

O terceiro encontro do Curso o Golpe de 2016 e o Futuro da Democracia no Brasil discutiu a “Geopolítica do Petróleo: sua interferência no golpe de 2016 e além”, com palestra do diretor do Departamento de Administração da UFRPE, Rodolfo Araújo. Na abertura da aula, o professor Romilson Castro fez uma apresentação do tema: Estado, Sociedade, Administração Pública e os Golpes.

Ele fez questão de prestar solidariedade ao professor Luís Felipe Miguel, da Universidade de Brasília (UNB), que realizou o primeiro curso sobre o golpe de 2016, uma iniciativa que sofreu forte perseguição por parte do Ministério da Educação de Temer, com interferência direta na autonomia universitária. Hoje o curso já se propagou em 46 universidades brasileiras, incluindo a UFRPE.

Segundo o professor Rodolfo Araújo, a influência da geopolítica do petróleo no golpe que retirou a presidenta da Dilma Rousseff do poder é muito grande. “A descoberta do pré-sal, que se configura em petróleo da melhor qualidade, e a decisão dos governos petistas em explorar essa reserva por meio do sistema de partilha, e não no sistema de concessão, como queriam as petroleiras, foram decisivas para a estratégia de consumação do golpe”, ressalta.

Ele explica que, no sistema de partilha, o petróleo é do Brasil. “As empresas petroleiras retiram o petróleo e o país paga para elas o valor. Já no sistema de concessão, as grandes multinacionais do petróleo pagam ao país, apenas, o imposto pela retirada do petróleo, ou seja, o petróleo é delas. Isso é um absurdo”, pontua Rodolfo Araújo.

O professor do Departamento de Administração da UFRPE destacou, ainda, o ‘pacote de maldades’ imposto pela pauta neoliberal do golpe, como a PEC da morte, que retirou R$ 20 bilhões de recursos da saúde e educação, as privatizações, que já vêm ocorrendo em várias estatais, a exemplo da Petrobras. Além de muitas outras coisas, como o desmonte dos bancos públicos e de políticas sociais importantes para população, como os programas Minha Casa, Minha Vida e o Mais Médicos.

Outro retrocesso de peso foi a aprovação da reforma trabalhista, que tirou da classe trabalhadora conquistas de décadas. “O governo Temer assumiu a agenda das multinacionais a partir de maio de 2016”, criticou o palestrante que também explicou a importância da Operação Lava Jato como principal estratégia para consumação do golpe, com a criminalização do PT e das suas principais lideranças.

Ele ainda destacou que em todos os momentos da história que o Brasil tentou se soerguer como potência, foi arrastado por golpes, sempre com o decisivo apoio da grande mídia, como a rede globo e outras grandes corporações.

Rodolfo Araújo encerrou a palestra convocando os participantes para a luta no sentido de conscientizar as pessoas para eleger deputados minimamente comprometidos com as causas sociais e os avanços. “É importante eleger um governo progressista e, mais ainda, um parlamento com qualidade”, frisou.

O quarto encontro do curso O Golpe de 2016 e o Futuro da Democracia no Brasil acontecerá na próxima quinta-feira (24), com palestra do professor da UFRPE, Gustavo Acioli e convidados, sobre “Conjuntura Política e Econômica no Contexto dos Golpes de 1964 e 2016”, a partir das 14h, no auditório da Aduferpe.

Posted On 22 maio 2018

Campanha de Sindicalização vídeo 2

Confira o segundo vídeo da Campanha de Sindicalização da Aduferpe. Professoras e professores da UFRPE a nossa união é a nossa força no combate à agenda de retrocessos do desgoverno Temer. Por uma universidade pública, gratuita e de qualidade, junte-se a nós. Faça parte da Aduferpe.

Posted On 17 maio 2018

CURSO SOBRE GOLPE DE 2016 APROFUNDA CONHECIMENTO SOBRE AGENDA DO RETROCESSO DO GOVERNO TEMER

Na quinta-feira (10), realizou-se o segundo encontro do curso O Golpe de 2016 e o Futuro da Democracia no Brasil, com palestras dos professores  Maurício Sardá, Carlos Pontes, Fábio Andrade, José Carlos Marçal e da professora Andréa Butto,  sob a coordenação do professor João Morais. O tema foi As Reformas Neoliberaisa agenda do retrocesso do golpe. Na saudação aos participantes, a presidenta da Aduferpe, professora Érika Suruagy, destacou a importância do curso para subsidiar a resistência na defesa dos direitos democráticos que vêm sendo atingidos pelo governo Temer.

Maurício Sardá ressaltou que o governo Temer, a partir do golpe jurídico-parlamentar,  impôs ao povo brasileiro a agenda do senador Aécio Neves, derrotada nas urnas, provocando retrocessos nos avanços conseguidos nos limites do capitalismo brasileiro a partir do Governo Lula. Ele destacou a elevação do alcance da atuação das empresas brasileiras, inclusive no plano internacional, o aumento do índice dos empregos formais, chegando quase a um nível de pleno emprego, e a ampliação dos investimentos em políticas públicas.

“Em contraponto, chega-se a um nível de desemprego de 14%, com tendência ao aprofundamento, congelam-se por 20 anos os investimentos em saúde e em educação, recua-se na demarcação das terras indígenas e na investigação do trabalho escravo, desmonta-se a legislação trabalhista e avança-se sobre a previdência social”, criticou Sardá.

O professor João Morais acentuou que o governo Temer obedece a uma pauta de subordinação da economia nacional aos interesses no sistema financeiro internacional. “Além da fragmentação privatista da Petrobrás e Eletrobrás, são  nomeados para dirigir as instituições financeiras nacionais notórios executivos vinculados aos bancos privados, e ainda se planeja a autonomização do Banco Central. Tudo isso provocando, nos últimos dois anos, a elevação galopante da dívida pública e uma legião de dez milhões de trabalhadores desempregados”, observou.

A professora Andréa Butto colocou o foco sobre  as repercussões negativas envolvendo as políticas públicas voltadas para as mulheres, que nos governos Lula e Dilma  tiveram avanços a partir das pactuações  geradas pelas Conferências Nacionais,  a criação do Conselho Nacional da Mulher e, em termos simbólicos, pela maior participação de mulheres no ministério.  “Paralelamente, o retrocesso institucional tem estimulado o conservadorismo e a agressividade em segmentos da sociedade civil, resultando na elevação dos índices de violência sobre as mulheres e a população LGTB, além da violência policial”, afirmou Andréa.

No debate com os participantes, foram colocados questionamentos relacionados aos modos de resistir contra o aprofundamento do estado de exceção sob cobertura jurídico- parlamentar,  que representem uma elevação da participação organizada dos segmentos sociais no sentido de enfrentar a agenda do retrocesso e retomar a normalidade democrática. O terceiro encontro do curso O Golpe de 2016 e o Futuro da Democracia no Brasil acontece nesta quinta-feira (17), a partir das 14h, na sede da Aduferpe, para discutir o tema Geopolítica do Petróleo: sua interferência no golpe de 2016, com o professor do Departamento de Administração da UFRPE, Rodolfo Araújo.

Mais informações: http://cursogolpe2016ufrpe.blogspot.com.br/

Posted On 15 maio 2018

Progressões e promoções devem ter efeitos financeiros desde a configuração do direito

ADUFERPE Ingressou com ação para garantir direitos de seus filiados.

A legislação vigente estabelece os direitos e deveres de todos os servidores públicos, independentemente dos cargos que ocupem, bem como o regramento das as respectivas carreiras funcionais.

No caso daqueles ocupantes dos cargos de docentes do ensino básico, técnico ou tecnológico, tais regras estão nas Leis n. 8.112/90 e n. 12.772/12. Nesses dispositivos legais encontram-se, por exemplo, previsões para concessão de progressões e promoções na carreira, as quais devem gerar efeitos financeiros assim que configurados os requisitos legais.

Contudo, mesmo com regras expressas, a Administração deu nova interpretação ao texto legal e passou a entender que os efeitos financeiros das progressões e promoções somente devem ser considerados da data de publicação da Portaria que vier a declarar devidos tais benefícios.

Tal postura, na prática, acarreta sérios prejuízos aos docentes, visto que podem deixar de receber diferenças vencimentais de vários meses (período entre a configuração dos requisitos e a publicação da Portaria).

Diante dessa realidade que a Associação dos Docentes da Universidade Federal Rural de Pernambuco (ADUFERPE), por meio dos trabalhos jurídicos de Calaça Advogados Associados e Wagner Advogados Associados, ingressou com ação judicial visando à declaração dos direito dos docentes à concessão dos efeitos funcionais e financeiros das progressões e promoções desde a data em que preenchidos os requisitos legais para tanto.

A demanda foi proposta no Juizado Federal de Pernambuco e aguarda sentença.

Fonte: Wagner Advogados Associados

Posted On 14 maio 2018

Convite Debate: Os Desafios Atuais da Democracia no Brasil

Universidade Federal Rural de Pernambuco

Departamento de Ciências Sociais

Área de Ciência Política

DESAFIOS ATUAIS DA DEMOCRACIA NO BRASIL

 

Palestrante:  PROF. DR. MARCOS FERREIRA DA COSTA LIMA (UFPE)

Comentários:PROF. DR. FÁBIO BEZERRA DE ANDRADE (UFRPE)

Coordenação: PROFA. DRA. ALESSANDRA UCHOA (UFRPE)

 

DATA:15 de Maio de 2018 (terça-feira)

 HORA: 18:30 h  às 21:00 h.

LOCAL:Auditório da Biblioteca Setorial Manoel Correia 

 

Convidado:

 

Prof. Dr. MARCOS FERREIRA DA COSTA LIMA (Depto. de Ciência Política/UFPE)

Graduado em Philosophie Politique – Université Montpellier 2 – Sciences et Techniques (1978);Mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Pernambuco (1985); Doutor em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (1998); Pós-Doutorado na Université Paris XIII- Villetaneuse (2003); Foi presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais – ANPOCS (2011-2012). Prof. Convidado da Universidade de Leiden;Prof. Visitante – Universidad de la Republica Uruguay; Prof. Visitante da UniversityofWalles-Swansea;Prof. Visitante Université Sorbonne Nouvelle; Prof. Visitante InstitutÉtudes Politiques de Lille.

Posted On 14 maio 2018