Nesta terça-feira é celebrado o Dia Nacional da Consciência Negra.

A data foi criada em 2003 como efeméride incluída no calendário escolar — até ser oficialmente instituído em âmbito nacional mediante a lei nº 12.519, de 10 de novembro de 2011, sendo feriado em cerca de mil cidades em todo o país e nos estados de AlagoasAmazonasAmapáMato Grosso e Rio de Janeiro através de decretos estaduais. Em estados que não aderiram à lei a responsabilidade é de cada câmara de vereadores, que decide se haverá o feriado no municipal. A data foi escolhida por coincidir com o dia atribuído à morte de Zumbi dos Palmares, em 1695.

Posted On 19 nov 2018

Conselho de Representantes e direção Aduferpe deliberam agenda de mobilizações

Após um café da manhã, o Conselho de Representantes da Aduferpe se reuniu nesta terça-feira (13) para atualizar a pauta de reivindicações locais, fazer análise de conjuntura e elaborar uma agenda de mobilizações. Os/as conselheir@s relataram dificuldades que os docentes que estão enfrentando com a onda de retrocesso que atinge o país e mostraram disposição e coragem para lutar, pois observam muitos movimentos de resistência por parte da sociedade.

O professor Paulo Afonso, que leciona uma disciplina optativa sobre Movimentos Sociais, informou que a quantidade de alunos que ingressava na mesma não passava de 10, agora já chega a mais de 40. A presidenta da Aduferpe, professora Erika Suruagy, informou que o número de filiações ao Sindicato também cresceu. “Foram registradas 16 filiações após as eleições”, frisou.

Foi aprovada agenda de mobilização que inclui participação em programação nacional, de defesa da democracia, e de apoio a eventos promovidos pelo Observatório da Família, comemorando os aniversários da Constituição Federal e da Declaração dos Direitos Humanos.

Além disso, destacou-se que, apesar das idas e vindas do governo eleito, é preciso estar atento e prontos a reagir contra os ataques a previdência social.

Posted On 19 nov 2018

Parlamentar faz gesto ameaçando dirigente do ANDES-SN

O deputado federal Eder Mauro (PSD/PA) fez com a mão gesto como quem iria dar tiros em um dirigente do ANDES-SN.

A ameaça aconteceu na tarde de terça-feira (13), durante a sessão da Comissão Especial de Educação da Câmara Federal. A comissão aprecia o PL 7180/14, que impõe censura à atividade docente.

Além dos gestos que remetem a uma arma, o deputado chamou o dirigente do ANDES-SN de “bandido”.

Cláudio Mendonça é dirigente do ANDES-SN e participava da sessão representando, além da entidade, a frente nacional Escola Sem Mordaça. Esta frente congrega entidades ligadas à educação e contrárias ao que o “Escola Sem Partido” defende.

O PL foi pautado na Comissão durante a manhã desta terça (13), mas a sessão foi suspensa, em razão do início dos trabalhos no plenário da casa. Por volta das 14h30, a Comissão retomou os trabalhos. A atuação dos parlamentares da oposição, dos sindicatos e movimentos sociais contrários ao PL conseguiu adiar a apreciação do parecer do relator, deputado Flavinho (PSC-SP). O tema deve ser pautado na próxima semana.

Para o ANDES-SN, o gesto do parlamentar foi um ato de violência, na tentativa de intimidar e ameaçar quem se opor a seus projetos. “Trata-se de uma ameaça à democracia, à cidadania e à liberdade de expressão”, pontua a direção do Sindicato Nacional.

O ANDES-SN repudia todo e qualquer tipo de ameaça e adotará as medidas cabíveis que protejam seus dirigentes e a sua base. “O enfrentamento ao discurso de ódio contra professores, escolas e universidades deve ser feito de forma incisiva e unificada”, sustenta a direção do ANDES-SN.

 

Fonte: ANDES-SN

Posted On 14 nov 2018

Bom dia, pessoal!

A comissão especial que analisa o projeto de lei Escola sem Partido (PL 7180/14), conhecido como a Lei da Mordaça, volta a se reunir na manhã desta terça-feira (13) para discutir o substitutivo do relator, deputado Flavinho (PSC-SP).

O texto sugere mudanças em relação ao parecer anterior, entre elas a inclusão de artigo determinando que o Poder Público não se intrometerá no processo de amadurecimento sexual dos alunos e nem permitirá qualquer forma de dogmatismo ou tentativa de conversão na abordagem das questões de gênero.

Posted On 13 nov 2018

Comitê em Defesa da Democracia da Rural planeja ações

O Comitê em Defesa da Democracia da Universidade Rural de Pernambuco se reuniu nesta quarta-feira (7) para fazer análise da conjuntura, deliberar uma agenda de mobilizações e reafirmar luta de professor@s, técnic@s e estudantes em defesa da universidade pública, gratuita, autônoma, laica e de qualidade.

O Comitê, que a Aduferpe faz parte, também decidiu por elaboração de materiais de divulgação, constando a #LulaLivre, e a realização de aula pública por ocasião da Pré-Bienal da União Nacional do Estudantes (UNE) na UFRPE para discutir a universidade pública, democracia e direitos no dia 04 de Dezembro.

Ainda nesta quarta, a direção da Aduferpe publicou uma Nota de Repúdio aos ataques sofridos por professor@s e alunos da UFPE.

Posted On 09 nov 2018

Nota de Repúdio

A diretoria da Aduferpe tomou conhecimento de nota anônima, distribuída no CFCH-UFPE, de caráter discriminatório, da qual constam difamações, intimidações e ameaças, contra professorxs e estudantes da instituição, listados nominalmente. Repudiamos toda e qualquer forma de preconceito e discriminação a orientações de gênero, diferença de cor, religião ou política. Da mesma forma, repudiamos qualquer ação resultante deste preconceito que se constitua em atos de violência, ataques à liberdade de pensamento e à livre docência nas instituições de ensino. O episódio deve ser denunciado e apurado pelas autoridades competentes para identificação e punição daqueles que ousam atentar contra os direitos e a democracia.

Recife, 06 de novembro de 2018.

A diretoria da Aduferpe

Posted On 07 nov 2018

A eleição 2018 terminou: A história segue seu rumo!A luta continua!

A Aduferpe, coerente à sua tradição de luta e defesa da democracia e do trabalhador, entende que estamos entrando emoutro período,no qual o contexto da luta de classes exige que nos mantenhamos organizados, defendendo as instituições construídas pelos trabalhadores. Este períodoserá de intensa resistência eintransigente defesa da democracia e dos direitos sociais conquistados pela maioria do povo brasileiro. Não é demais repetir: a história não acabou.

Finalizado o segundo turno das eleições presidenciais, nosso país lançou-se à extrema direita do espectro político. Teremos um governo orientado a se impor pelo medo, pela perseguição, pela paranoia autoritária de ver no povo brasileiro o inimigo a ser combatido, para “acabar com todo ativismo”.

Ataquesà liberdade eàs ações de resistência não serão aceitos pelas forças democráticas. A irracionalidade autoritária da deputada do PSL, estimulando estudantes a denunciarem professores no exercício de sua autonomia de cátedra, e as ações arbitrárias do aparato judicial e policial em diferentes instituições de ensino federais, onde deve reinar a liberdade de pensamento e expressão, são duas situações recentes, prontamente combatidas por sindicatos,pelo Ministério Público e pelo STF, o qual proferiu decisão unânime em defesa da liberdade de expressão, de cátedra e da autonomia universitária. Escolas e Universidades não são lugares para vigilância e intolerância, muito menos violência policial e judicial!

Esses aspectos da realidade já mostram que estamos do lado certo da história e que, politicamente, não estamosem situação de derrota irremediável. Uma lição importante é entender que o campo populare democrático resistiu, organizou-se, foi às ruas, se fez ouvir firme e forte. Hoje, precisamos reafirmar a posiçãoereaglutinar todas as forças politicas democráticas para um período de resistência unificada, organizada, sem dispersão.

As pautas fundamentais para a maioria da população continuam na ordem do dia: Resistir e barrar a reforma da previdência; revogar a EC95; revogar e impedir as privatizações do patrimônio nacional; defender o Sistema Nacional de Saúde – SUS;defender a Universidade pública, gratuita, laica e de qualidade; lutar e defender os direitos e a proteção ao trabalho e ao trabalhador;lutar e defender os trabalhadores funcionários públicos,novamente acusados, por um discurso requentado, de privilegiados; lutar por políticas concretas de criação de postos de trabalho e de renda; lutar para barrar a estupidez de se instituir uma carteira de trabalho azul e outra amarela, o que aprofundaria as diferenças entreos trabalhadores com direitos e aqueles com direitos rebaixados.

Estamos diante da necessidade histórica de construirmos saídas políticas e sindicais reais, concretas, que efetivamente aglutinem os que vendem sua força de trabalho, no setor público ou no setor privado. Para isso,sindicatos, comitês e demais espaços onde os trabalhadores se sentem representados, partidos políticos, assim como espaços culturais e comunitários, precisam ser fortalecidos e unidos pela defesa das pautas que afetam diretamente a vida das pessoas, pois como diz uma antiga consigna “Estamos na luta para vencer, e se não vencemos ainda, é porque a luta não terminou”.

Avante!!

Saudações Sindicais!

A Diretoria

Posted On 07 nov 2018